Curso Virtual - Educadora en Salud de Cuidado Maternal

18/02/2013                                    

 Comenzamos el 11 de Marzo de  2013


Profesoras del curso:
Gilda Vera, Susana Tapia León, Alina Bishop y  Debbie Díaz Ortiz, 

 Clases

El ciclo maternal como rito sagrado y la intuición : 2 horas – Susana
Derechos Humanos de la madre y su familia, políticas constitucionales, acercamiento a comunidades aisladas, salud pública, decretos y organizaciones internacionales a favor del parto humanizado:  3 horas–Debbie
Anatomía, Fisiología de la reproducción humana y su respuesta a la emociones del alma – 4 horas - Debbie -
Prenatal: Cuidado Integral, primordial y desarrollo de un estilo de vida saludable, educación a la madre y su familia, formas simples de mantener la salud y evitar el parto prematuro por medio de los alimentos, ambientes de parto, plan de parto, consentimiento informado(negociación entre familia y proveedor) y aspectos de ginecología básica rutinarios  - 2 clases de tres horas cada una  – Gilda
Parto Humanizado (Declaración de Ceará), fases, etapas, nuestras amigas las hormonas, rol de su compañía de preferencia,  cuando llamar a su partera o llegar al hospital, intervenciones de rutina, parto espontáneo, vertical y en agua, acompañamiento, medidas de comodidad para hospital y casa, cesárea y parto vaginal después de cesárea  2 clases de tres horas cada una-  Alina
Posparto y Amamantamiento: Disfrutando el bebé, amor y vínculo (hormonas), bondades de amantar, técnicas de amamantamiento inmediato (antes de los primeros 10 minutos de vida), corte del cordón, exámenes de rutina, placenta como alimento, cambios emocionales y físicos, cuidados generales y cuando hay episiotomía o laceración, sangrado normal, descanso y alimentación, protección del bebé, cuando llamar al pediatra, apoyo a la madre y familia (luego de un parto vaginal o de cesárea), lactancia extendida, cuando buscar ayuda en grupos de lactancia, la madre que trabaja, pérdida - 2 clases de tres horas cada una- Alina
Perfil de la Educadora Perinatal, educación dirigida al adulto – Una clase de dos horas - Debbie

Mas informacion:  http://escueladaraluz.net

Shantala Workshop - Brooklyn NYC

February - 2012

Shantala (Baby Massage) Workshop
Saturday, February 11, 2012, 2pm to 5pm

Local: 715 St. Marks, AP#5K, Brooklyn, NY

Cost: $40 (per individual) or $50 (per couple)

For parents, teachers, nannies, pregnant women or couples, and others who are interested

Shantala is a traditional Indian massage, passed down from generation to generation. It is part of the routine care of many babies in India and across the world. When we massage a baby, we are connecting to him or her in a different way, utilizing the language of touch, sight, and love. In this way, we help the baby in his or her emotional development to feel safer, more confidant, and loved—strengthening the relationship between parent and child. It also reestablishes the natural balance of the baby’s body, helping to alleviate muscle tensions, pains, stomach aches, infant acid reflux, constipation, and appetite problems.

Course available in English, Español, or Português.

About the instructor:

Sílvia Leindecker is a Brazilian Doula, Reiki Master, and Shantala Instructor. She is certified in Floral Therapy, and has years of experience in both yoga and acupuncture.


For more information or to register: momae.org@gmail.com

Entrevista con Pabla Pérez San Martín - Facilitadora de Talleres de sexualidad y Ginecología Natural con uso de hierbas medicinales.

31/08/11

Una entrevista muy buena, que nos ayuda a recordar que podemos parir como siempre
hicieron nuestras mamas y abuelas. No somos mujeres "modernas" que perdemos la capacidade de parir a nuestros (as) proprios (as) hijos y hijas.

Disfrutem:


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Ma informacion sobre Pabla y su trabaljo y ativismo:

http://ginecologianatural.wordpress.com/

La Luna en Ti

11/08/2011


Um filme maravilhoso sobre a "Menstruação" sua magia e tabu, sua forma, medo e desejo.



Obrigada a Diretora Diana Fabiánová, pelo lindo trabalho......

http://www.mooninsideyou.com/

Nascimiento de Carlota


10/08/2011



Que lindo poder ver que poder parir sem sofrimento e livres em nosso próprio lar e com nossas próprias forças de mulheres poderosas....

Que lindo......

Gracias por compartilhar este lindo vídeo com a gente....

Sovereign Solutions: Elena Tonetti-Vladimirova

29/07/11

Elena Tonetti em uma entrevista em 2006. Ela é orinalmente da Russia mas atualmente vive na Califôrnia,EUA. É uma importante ativista e documentarista, desde muito tempo. Sua importante contribuição está em sua visão de como deveríamos olhar para uma nova e urgente forma mais consciente de pensarmos as nossas relações com o nascimento.
Ela fala muito sobre a importância de um processo cosciente sobre o "conceber, gerar e receber uma nova vida". A entrevista está em Inglês.

Ela é diretora do documentário: Birth As We Know It
http://bib.capgraphics.net/birth-as-we-know-it


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Birth As We Know It

28/07/2011

Elena Tonetti Vladimirova talking about
her workshops.



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MaMatriztica Maternidad Consciente, Crianza Natural, Parto Integral, Gestación Sagrada

17/07/2011


Gestando una nueva Cultura de Paz...Desde el Comienzo...

PARTO INTEGRAL. Entrevista de MaMatriztica a Rosa María Rosales y Eliana López, Matronas del Centro de Parto Integral de Talagante.



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Parto Natural é 3x mais seguro que cesárias

11/03/2011

A reportagem foi feita levando em consideração a avaliação feita com 107 mil mulheres na Ásia.
Leia a reportagem fazendo clik no site abaixo.

Link para o Site

Dança do Ventre - Trabalho de Parto

16/01/2011

Belly Dancing Through Elisa's Pain-free Four-Hour Labor




Link

Belly Dance / Dança do Ventre

Mulher de 6 meses de Gestação - Dança Linda.../ Belly Dance - 6 month Pregnant




Video de Youtube
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Parto Tradicionais/ Traditional Birth

Valorização e adequação dos Sistemas de Parto Tradicionais das Etnias Indígenas do Acre e do Sul do Amazonas

Stella Matta-Machado e Ricardo Calaça

Incentivar e valorizar o trabalho das parteiras e dos pajés, fomentando a troca de experiências e a formação de uma rede organizada de diálogo entre estes agentes, visando assim aprimorar as práticas tradicionais indígenas de assistência ao parto, adequando-as as atuais condições da saúde indígena materno-infantilIncentivar e valorizar o trabalho das parteiras e dos pajés, fomentando a troca de experiências e a formação de uma rede organizada de diálogo entre estes agentes, visando assim aprimorar as práticas tradicionais indígenas de assistência ao parto, adequando-as as atuais condições da saúde indígena materno-infantil

Considerando a atual situação dos sistemas de parto tradicionais entre os povos Indígenas do Acre e do Sul do Amazonas relativos ao abandono e desvalorização dos saberes e das práticas tradicionais de cuidados voltados para a saúde reprodutiva, a concepção, a gravidez, o parto e o puerpério, existe a necessidade dos grupos indígenas se organizarem para poderem enfrentar esse problema, desenvolvendo estratégias de ação que incentive e valorize o trabalho das parteiras e dos pajés de forma articulada aos Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e as Equipes Multidisciplinares de Saúde (EMS), contribuindo assim para a melhoria das condições de saúde materno-infantil indígena. Nesse sentido, esse projeto possui um caráter participativo e pretende ser uma forma de apoiar e dar continuidade ao trabalho que já vem sendo desenvolvido pelo movimento de mulheres indígenas do Acre e do Sul do Amazonas.

Os encontros e reuniões propostos por esse projeto, são espaços de negociação de significados que visam criar condições para a atualização e para a manutenção dos sistemas de parto tradicionais dos povos indígenas, contribuindo assim para a continuidade da sua organização sócio-cultural tradicional e para a valorização dos saberes e das praticas tradicionais de cuidado usadas durante o processo de gestação, parto e o puerpério. Por outro lado, estas reuniões também são espaços voltados para a criação de estratégias e de ações que objetivam a melhoria da saúde da mulher e da criança indígena e por isso, devem ser momentos abertos para que os grupos indígenas construam a dinâmica da reunião segundo a sua forma tradicional de conversar.

A participação do pajé nestas reuniões é fundamental por ser ele mais um dos atores que atua junto com as parteiras no atendimento à gestante e à criança contribuindo para reforçar o trabalho das últimas nas aldeias e valorizar os conhecimentos e as práticas de auto-atenção tradicionais.

A participação dos AIS nestas reuniões tem como objetivo a construção de procedimentos que articulem os trabalhos comunitários desenvolvidos pelas parteiras e pelos pajés a atuação dos profissionais de saúde da equipe multidisciplinar de saúde, contribuindo assim para a criação de rotinas de acompanhamento e de cuidado às gestantes, parturientes, nutrisses e crianças indígenas. Será privilegiada a participação de AIS mulheres devido a questão de gênero relacionada às especificidades que a atenção à saúde da mulher exige, assim como, também por constituir num incentivo ao incremento no número de mulheres indígenas que atuem na área de saúde e a participação política das mesmas nos espaços de controle social.

Produzir conhecimentos de base sobre o panorama atual dos sistemas de parto indígenas e suas práticas

Produzir conhecimentos de base sobre o panorama atual dos sistemas de parto indígenas e suas práticas

Em última instância, este projeto pretende contribuir para a melhoria da qualidade da articulação entre o sistema oficial de saúde e os sistemas médicos tradicionais indígenas no que se refere especificamente a saúde da mulher e da criança, colaborando para a construção e efetivação do direito adquirido dos povos indígenas por uma atenção diferenciada à sua saúde. A valorização do trabalho das parteiras e dos pajés nas aldeias contribuirá para a diminuição dos encaminhamentos das parturientes aos hospitais e, conseqüentemente, para a diminuição da ocorrência de cesarianas. Nesse sentido, a adequação das tecnologias de parto tradicionais visa contribuir para a redução das atuais taxas de morbi-mortalidade materno-infantil.

Site: www.olharetnografico.org.br

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Doula -Chicago

14/01/2011

Documentário/Documentary/Documental

A Doula Story


A Doula Story documents one African American woman’s fierce commitment to empower pregnant teenagers with the skills and knowledge they need to become confident, nurturing mothers. Produced by The Kindling Group, a Chicago-based nonprofit organization, this powerful film follows Loretha Weisinger back to the same disadvantaged Chicago neighborhood where she once struggled as a teen mom. Loretha uses patience, compassion and humor to teach “her girls” about everything from the importance of breastfeeding and reading to their babies, to communicating effectively with health care professionals.

Uma História de uma Doula

O documentário mostra a história de uma Doula Afro Americana, chamada Loretha Weisinger que vive em Chicago (EUA). Seu trabalho é apoiar mães adolescentes, que precisam de ajuda e conhecimento sobre sua nova jornada como mães. Loretha demonstra paciência, compaixão e humor quando ensina as futuras meninas mamães.

La Historia de una Doula

El documental cuenta la historia de una Doula Afroamericana, de nombre Loretha Weisinger que vive en Chicago (USA). Su trabajo es ayudar las mamas jóvenes, que necesitan de apoyo y conocimiento en su jornada como futuras mamás. Loretha tiene mucha paciencia, compasión y humor, cuando enseña a las futuras mamas.










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Documentário - Materdidad la Luz

12/01/2011

Maternidad la Luz é um documentário de 60 minutos, que conta a história de quatro mulheres jóvens, enquanto estudam para se tornarem parteiras em El Paso, Texas - USA.

Link para a página oficial

Maternidad la Luz is a 60-minute documentary that tells the story of four young women, as they become midwives in El Paso, Texas - USA.
Link for the official page

Maternidad la Luz es un documental que tiene 60 minutos y cuenta la historia de cuatro mujeres jóvenes, mientras sus estudios de partería en El Paso, Texas - USA
Link para la página oficial







Lindo texto escrito por um amigo.




Celebrando a união

Nasci

"Nasci na taba duma tribo tupinambá. Sei que foi numa meia-noite clara, fazia luar. Minha mãe viu que eu era magro e feio. Ficou triste, mas não disse nada. Meu pai resmungou:
- Filho fraco. Não presta para a guerra.
Tomou-me então nos seus braços fortes e saiu caminhando comigo para as bandas do mar. Ia cantando uma canção triste. De vez em quando gemia.
Os caminhos estavam respingados do leite da lua. O urutau gemeu no mato escuro. Uma sombra rodopiou ligeira por entre as árvores.
O mar apareceu à nossa frente: grande, misterioso... Suas ondas pareciam soltar um longo ai quando rebentavam na praia. Meu pai estacou. Olhou primeiro para mim, depois para o oceano... - não teve coragem.
Voltou para a taba chorando. Minha mãe nos recebeu em silêncio."
Ainda era uma criança quando li este texto de Érico Veríssimo, recordo-me claramente que sofri um forte e inexplicável impacto diante deste conto. A tal ponto que o li inumeráveis vezes até tê-lo decorado, talvez na esperança de encontrar uma chave que desse acesso ao misterioso efeito do texto em mim.
Iniciar este momento de estudo com este conto é abrir as asas da alma para voar longe lá nas moradas saudosas da infância, sem perder a mirada do agora, pois agora sei o motivo de tal impacto e surpreendido pela vida e seus encantos posso celebrar este encontro milagroso entre tantas cores diferentes expressas nas peles e nas almas tingidas pelas experiências que sofreu. Viajemos todos como o urutau, o camaleão dos céus, como as coloridas e alegres araras em direção de nossa infância, em busca de maior compreensão.
Não nasci em uma taba, numa aldeia indígena, nascemos à maioria de nós em hospitais frios cheios de aparelhos e quase vazios de alma. O absurdo de nossa avançada barbárie medica determina o dia e a hora do parto, desconsiderando a maturação natural do bebe e da mamãe, e isto alterará o nosso destino irremediavelmente. Nascemos alguns á fórceps, outros através de um portal cesariano feito por mãos apressadas, alguns prematuramente arrancados antes que a natureza envia-se o seu sinal dizendo: É agora, chegou a sua hora!
Alguns de parto normal, ainda que este clinicamente “normal” dos especialistas em parir, melhor em “trair” a natureza, esteja bem longe de ser o natural. Nascemos, e que lastimável recepção, luzes cegam nossos penumbrados olhos, ofuscando-nos a vista sensível, cortam-nos o cordão da vida antes que possamos nos adaptar a entrada da autonomia pela respiração, asfixiados, engasgamos enquanto nossas vias aéreas queimam com a invasão repentina do oxigênio, rompemos em gritos surdos, os adultos sorriem , só eles, o bebezinho chora, grita, implora misericordiosamente, privam-nos do contato com a pele materna, do calor e do cheiro daquela que nos carregou. Com quem fui e ainda me sinto UM.
Lavam-me imediatamente a pele em água escaldante, afinal mal nasci e já me consideram “sujo” e lançam-me num bercinho junto com outros infelizes a gritar assustados pela imobilidade, já que antes tudo era puro movimento, choramos o inexplicável espaço, antes tudo era muito apertado, gritamos o peso, antes flutuávamos nas aguas da criação, aterrorizados estamos pelo silencio assustador, antes tudo era continua musica melodiosa no tambor do coração e na voz da respiração, o espirito supremo cantava para nós e agora a musica cessou e veio o ruído, o estrondo, o silencio agudo da solidão. Há ainda outro som partindo de nossas profundezas, o ronco de uma fera em nossas entranhas, sim, agora enfrentamos a fome.
Definitivamente nascer não é coisa fácil, nem para a criança nem para a mãe, e nós cara pálidas, conseguimos deixar o que era difícil muito pior. Para nós seres “civilizados”, a dificuldade começa muito antes, pois a maioria das concepções são amarguradas pelo desejo de “não ser”, a fêmea civilizada descobre-se gravida e a tortura começa, não há sorrisos e lágrimas de felicidade e sim preocupações e desejos monstruosos de pôr fim a cria acidental!
Esta primeira rejeição ficará registrada na alma do infante e o “filho fraco, magro e feio” terá de carregar, muitas vezes por toda a vida, o peso de não ter sido desejado, verdadeiramente quisto e amado. Isto é assim para tantos de nós, e mesmo quando profundamente desejados, a tal da gestação planejada, me parece inevitável sentirmos esta rejeição durante o nosso desenvolvimento como entes sociais. Então eis que estamos todos igualados como peregrinos na jornada de encontrar os nossos ancestrais em nós mesmos e curar-nos definitivamente da angústia e do medo.
Quão graciosa é a vida ao se manifestar como esta velha matriarca, firme na porteira da vida, a parteira faz a travessia tornar-se mais segura e suave para todos, mãe, rebento e pai. A parteira é a própria Lua a gotejar seu branco leite, pois ali, na boa hora, ela é mãe junto com a parturiente. A esperança para nossa gente humana é que as crianças nasçam do Amor, e não de encontros efêmeros e irresponsáveis, que sejam amadas desde antes da concepção, e que sejam recepcionadas de maneira selvagem.
Selvagem feito índio, seja o índio do extremo oriente ou o índio aqui da nossa morena “mátria” de belezas tão mal apreciadas.
Quando o pai desistir de lançar fora o filho, quando a Grande mãe oceânica lançar seu “Ai” para despertar os homens de suas respeitáveis tolices, ainda que disfarçadas de novidade, de progresso, tolices demasiadamente velhas e carcomidas pelo tempo. Quando o patriarcado cair chorando diante da criança e da mãe silenciosa e rendido pelo amor, finalmente entregar-se a tão desejosa cura. Somente então aposentaremos definitivamente os senhores da guerra, para que possam eles também desfrutar a beleza da paz e da união.
Juntos, construiremos a Oca da Unidade perfeita, e dançaremos em roda, crianças, anciãos, mulheres e os homens todos com o peito e o corpo nú, cheios de pureza e inocência a celebrar a vida e seus encantos. Cantaremos a memoria dos nossos ancestrais e louvaremos a natureza, nossa grande Mãe original.
Talvez estejamos longe de ver este sonho realizado, nossas ações podem parecer tão invisíveis como o Urutau no pau oco, mas eu confio no dito popular:
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
É gotejando insistentemente na solida rocha da incompreensão que poderemos transformar e furar este obstáculo. Cada ponto de luz nesta terra haverá de fazer alguma diferença, você pode fazer a diferença, nem que seja em si mesmo. Nossas lagrimas de dor e prazer, de entendimento e felicidade gotejando no solo seco do coração, hão da fazer brotar a flor do Amor.
Confiemos na cura de nossa criança ferida, a cura é uma possibilidade real:
Hoje sinto-me um tanto menos fraco e feio, ainda magro, como podem perceber, mas definitivamente, continuo não prestando para a guerra.

Vida Plena a todos os seres!

Vajrananda (Diógenes Mira)